O grupo



Contantes Contentes é um grupo de contadores de histórias formado em 2009. Inicialmente nós nos reuníamos em saraus apenas para nossa própria diversão. Desde o início de 2010 passamos também a fazer Rodas de Histórias para diferentes públicos e faixas etárias.
Nossa proposta é proporcionar uma hora divertida com três a cinco histórias contadas individualmente ou em grupo.


Kika Antunes

Kika nasceu de forceps em um hospital público da cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. Sua mãe sempre dizia que, apesar disso, foi o melhor parto. E olha que já era o quarto! Teve uma infância feliz, sem luxo, mas com muita proteção da família. Nunca teve muita dificuldade para escolher o que queria fazer da vida e sempre fez tudo o que queria. Era dona de suas vontades,  seus desejos, embora tivesse que lutar para conquistar cada coisinha. Virou mãe de repente e já bem crescida. Percebeu que nunca estamos prontos para sabermos como é criar outro alguém. Aliás, esse é seu maior desafio.


Renata Truffa

Nascer foi seu grande presente. Um nascer esperado pela sua família, um nascer esperado por ela mesma! A data foi 13 de março de 1978. O parto, normal. A hora, 19h30. O país, Brasil. A cidade, Auriflama-SP. Renata é Auriflamense! Nas gigantes calçadas de Maringá-PR o viço da infância corria. Foi criança em meio a quintais, varandas, bicicletas, bonecas, árvores, amigos, irmãos. A brincadeira livre era seu maior brinquedo. Aos finais de semana ganhava uma escola para brincar. Seus caminhos passaram também por Piracicaba-SP e hoje seu chão é São Paulo-SP. Cidade que a acolhe inteira. A educação e as histórias, de um jeito ou de outro, foram sempre sua estrada. Nas histórias busca a sua verdade. É grata a cada sobrenome seu que conta parte de sua história...Renata Truffa Tarabay de Oliveira. Renata renasce a cada vez que uma história passeia por seu corpo e pousa em um cantinho que, até então, ela desconhecia. Há ainda muitos cantos para conhecer e ser! Há ainda muito o que ouvir e contar!


Rita Resende

Nasci e moro em São Paulo. Quando eu era pequena, morava perto de uma floresta com muitos animais que viravam de estimação, macacos, bicho-preguiça, a coruja Filó e até um veadinho que chamávamos de Bambi. Hoje só tenho a Pandora (uma poodle) e o James Dean (um peixinho beta).
Tenho paixão por livros e histórias que começou com a leitura para meus filhos quando eram pequenos, agora que são grandes, eles tem a mesma paixão. Gosto muito de ler para crianças, me encanto com o encantamento delas pelos lugares que as histórias nos levam. Também gosto de cozinhar, de cinema, de viajar e de conversar com meus amigos. E sonho com o dia que a humanidade terá mais carinho e tratará melhor nosso planeta.


Roberta Havandjian 
Depois de inúmeras vitaminas para que o pequeno bebê pudesse crescer de um tamanho saudável, foi preciso agendar uma cesária, já que minha Mãe não agüentava mais o tamanho da barriga e em 20 de março de 1981 vem ao mundo uma mocinha parecendo ter já seus 3 meses de vida. O nome escolhido; Roberta Havandjian, homenagem ao meu Pai, que tanto desejava uma menina. Sempre um pouco fora dos padrões, cresci com um pé na arte e outro fora dela. Sou movida pelo amor que sinto pelo próximo e pela arte, descobri nas histórias uma nova maneira de despertar emoções.






André I. Moura

André I. Moura é engenheiro, professor de dança de    salão, técnico de futebol, quase músico e, enfim, contador de histórias. Sua trajetória como contador certamente começou em casa, como grande parte de nós, ouvindo histórias lidas pela mãe e contadas pelo pai. Mas foi só a pouco tempo que aprendeu que se pusesse um violão no colo e começasse a contar, as pessoas se reuniam e abriam o coração. Descobriu então a Associação Viva e Deixe Viver, onde hoje é voluntário-contador, e lá encontrou outras pessoas estranhas como ele que inventaram de contar histórias juntos e se atribuíram o honorário título de Contantes Contentes.


Caique Ralize

Caique nasceu, foi criado e viveu a vida toda em São Paulo. Gosta tanto de sua cidade que não se imagina vivendo em nenhum outro lugar, mas bem que gostaria que as pessoas cuidassem dela com mais carinho. Aprendeu a nadar tarde e acha que o mar é a coisa mais bonita que ele já viu. Nasceu aos trinta minutos de uma sexta-feira no comecinho de um ano que veio depois de outro que, dizem, não acabou. Nunca deixa de se encantar com o olhar novo das crianças, aquele olhar de ver o mundo pela primeira vez. Já faz um tempo desde a última vez em que ele viu algo pela primeira vez, por isso adora quando o mundo se renova nos olhos intactos de uma criança. De uns tempos pra cá, deu de contar histórias. Hábito esquisito pra alguém como ele que tem os pés tão fincados no chão. Não acredita em bruxas, nem em magia. Nunca viu um duende e nem um dragão. Não tem medo de fantasmas e tem certeza de que nunca vai ser assombrado por um deles. E exatamente por isso, ele tem certeza de que a fantasia é fundamental.


Também já fizeram parte do nosso grupo as amigas Tina Cunha e Catarina Mangini. Guardamos com saudades as histórias que partilharam conosco.